Saiba as 5 raças de cachorros mais fofas

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Como todos sabem os cachorros são parceiros para uma vida toda, independente da raça, sabendo que todo canino tem suas  peculiaridades  tornando-se  únicos com um amor extraordinário todas as raças são merecedora do nosso amor e carinho por eles. 1º Golden retriever:  Além de ser muito amigável , amoroso, paciente  e  muito social ao ambiente e pessoas. É considerado a raça mais amigáveis. 2º  Beagle: Considerado como um cachorro para o trabalho pois tem um faro excelente para rastrear tudo desde comidas contrabandeadas e ate drogas ilegais. Muito inteligentes e adora agradar seus donos. 3º Buldogue Francês: De estatura pequena é de personalidade amorosa, gostam de brincar e se adapta muito fácil em um novo ambiente, para quem gosta de uma companhia para fazer caminha é uma ótima opção, porem muito cuidado normalmente essa raça tem problemas respiratório pelo  fato de  suas faces planas, o que pode causar dificuldades respiratórias....

As principais notícias desta semana sobre autismo em cães

 

O transtorno do espectro do autismo 
(TEA) em humanos tornou-se mais amplamente diagnosticado na última década, com novos recursos dedicados a identificar e tratar o TEA em crianças cada vez mais jovens.
Esse aumento na atenção ao TEA no mundo humano levou a perguntas sobre o autismo no mundo veterinário: os cães também podem ter autismo?
O transtorno do espectro do autismo é definido pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) como uma deficiência de desenvolvimento que pode causar “desafios sociais, de comunicação e comportamentais significativos”.
De acordo com o CDC, 1 em cada 54 crianças nos Estados Unidos está no espectro do autismo.2 Os sinais de TEA geralmente começam na primeira infância, e um diagnóstico definitivo aos 2 anos de idade é possível.
Para muitas pessoas com TEA, no entanto, o diagnóstico não ocorre até mais tarde na vida, inclusive na idade adulta.
Embora alguns desses comportamentos sejam exclusivos dos humanos, os pesquisadores descobriram que, de fato, o TEA pode ocorrer em cães, mas é chamado de comportamento disfuncional canino (CDB).
Esses neurônios são chamados de neurônios “espelho”, pois ajudam filhotes e cães jovens a espelhar os comportamentos de cães mais velhos em situações sociais.
Esses comportamentos - os comportamentos repetitivos, bem como as tendências de fobia - os levaram a concluir que esse comportamento de perseguir o rabo poderia representar uma forma de transtorno do espectro do autismo em cães.4,5

Além do distúrbio comportamental canino, existem outros distúrbios em cães que podem produzir sinais clínicos semelhantes ao autismo em pessoas.
Ansiedade canina: Cães com essa condição podem apresentar comportamentos compulsivos, como mastigar ou girar compulsivamente, hipersensibilidade ao som e ao toque e/ou procurar ambientes familiares e evitar brincadeiras ou contato visual.
Doença neurológica intracraniana, como tumores cerebrais ou encefalite: Cães com essas condições podem ter episódios anormais de comportamento de olhar fixo ou circular e até foram relatados comportamentos obsessivos de mastigação.
Seu veterinário pode recomendar alguns testes comportamentais, exames de sangue e possivelmente imagens avançadas do cérebro (como ressonância magnética ou tomografia computadorizada).
Pode ser difícil diagnosticar o autismo em cães devido à falta de evidências, mas os sinais clínicos podem levar os veterinários a suspeitar de comportamento disfuncional canino.
Cães que demonstram comportamentos repetitivos e compulsivos, juntamente com interação social prejudicada, podem levar os veterinários a suspeitar desse diagnóstico, embora descartem outras condições médicas e comportamentais antes de um diagnóstico final.
Comportamento anti-social: Se o seu cão não prestar atenção em você nas caminhadas, brincadeiras ou na hora da alimentação, ou se o seu cão não quiser interagir com outros cães, informe o seu veterinário.
Evitar novos ambientes e situações: Esses cães geralmente se retiram para um espaço familiar e seguro, como um armário ou debaixo da cama, para evitar novos estímulos.
Depois de descartar outras possíveis condições médicas e fazer um diagnóstico verdadeiro do comportamento disfuncional canino, seu veterinário pode recomendar algumas terapias, como:

Espaço seguro: É importante oferecer um espaço seguro, confortável e de baixo estresse para esses cães, pois eles podem ter medo de ruídos, movimentos bruscos e até mesmo do toque.
Além disso, evitar situações estressantes, como parques para cães ou ruas movimentadas da cidade, é melhor se o seu cão mostrar sinais de ansiedade nessas situações.
Reforço positivo: Trabalhar com seu veterinário, treinadores qualificados e behavioristas veterinários certificados pelo conselho pode ser útil no gerenciamento do comportamento disfuncional canino.
Eles também podem discutir técnicas como envoltórios de pressão (por exemplo, ThunderShirts) que fornecem pressão tranquilizadora ao corpo de um cão, guloseimas e calmantes, mochilas para transportar seu cão para evitar estímulos durante passeios ao ar livre, colocar notas na porta da frente para evitar que as pessoas toquem sua campainha e criando áreas de baixo estresse ao redor de sua casa com baixo impacto sensorial (baixa iluminação, área silenciosa).

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